A lição da tartaruga
Eu percebia que meu comportamento aborrecia muito os meus pais, porém pouco me importava com isso. Desde que obtivesse o que queria, dava-me por satisfeito. Mas, é claro, se eu importunava e agredia as pessoas, estas passavam a tratar-me de igual maneira.
Cresci um pouco e um dia percebi que a situação era desconfortante. Preocupei-me, mas não sabia como me modificar.
O aprendizado aconteceu num domingo em que fui, com meus pais e meus irmãos, passar o dia no campo. Corremos e brincamos muito até que, para descansar um pouco, dirigi-me à margem do riacho que corria entre um pequeno bosque e os campos. Ali encontrei uma coisa que parecia uma pedra capaz de andar.
Era uma tartaruga. Examinei-a com cuidado e, quando me aproximei mais, o estranho animal encolheu-se e fechou-se dentro de sua casca. Foi o que bastou. Imediatamente decidi que ela devia sair e, tomando um pedaço de galho, comecei a cutucar os orifícios que haviam na carapaça. Mas os meus esforços resultavam vãos e eu estava ficando, como sempre, impaciente e irritado.
Foi quando meu pai se aproximou de mim. Olhou por um instante o que eu estava fazendo e, em seguida, pondo-se de cócoras junto a mim, disse calmamente: "Meu filho, você está perdendo o seu tempo. Não vai conseguir nada, mesmo que fique um mês cutucando a tartaruga. Não é assim que se faz. Venha comigo e traga o bichinho."
Acompanhei-o. Ele se deteve perto da fogueira acesa e me disse: "Coloque a tartaruga aqui, não muito perto do fogo. Escolha um lugar morno e agradável."
Eu obedeci. Dentro de alguns minutos, sob a ação do leve calor, a tartaruga colocou a cabeça de fora e caminhou tranqüilamente em minha direção. Fiquei muito satisfeito e meu pai tornou a se dirigir a mim, observando: "Filho, as pessoas podem ser comparadas às tartarugas. Ao lidar com elas, procure nunca empregar a força. O calor de um coração generoso pode, às vezes, levá-las a fazer exatamente o que queremos, sem que se aborreçam conosco e até, pelo contrário, com satisfação e espontaneidade."
sou uma cidadã brasileira, sertaneja, paraibana e nordestina que ama o Brasil, sua gente simples e sua cultura.
sábado, 28 de agosto de 2010
È UMA HONRA
É um honra
Enviado por Sabrina Ribeiro Silva
Um dia, quando estava na minha casa,eram umas 11 horas da noite quando recebi o telefonema de um querido amigo meu. Seu
telefonema me deixou muito feliz e, a primeira coisa que ele me perguntou foi:
- Como você está?
E, sem saber porque eu lhe respondi:
- Muito só...
- Você quer conversar? - Sim!
- Você quer que eu vá até a tua casa?
- Se você puder...
Desligou o telefone e em menos de quinze minutos lá estava a campainha a tocar.
Comecei falando por horas de meu trabalho, minha família, minha namorada, meus problemas e duvidas e,
ele, atento me escutava sempre. Naquele dia eu estava muito cansado e, a sua companhia me fez muito bem.
Além do mais, do começo ao fim me escutou, me apoiou e me aconselhou.
Assim, quando notou que eu estava melhor,disse:
- Bom, agora preciso ir trabalhar...
- Por que não me disse antes que teria que ir trabalhar, veja as horas, você não
dormiu nenhum pouco, eu roubei seu tempo por toda noite.”
- Não tem problema, para isso existem os amigos!
Ao ouvir isso fiquei feliz em saber que podia contar com um amigo assim. Acompanhei o até a porta e quando ele caminhava até o seu carro gritei:
- Ei, por que me telefonastes tão tarde? O que você queria?
Ele voltou e me disse com voz baixa:
- É que queria te dar uma notícia...
- O que aconteceu?
- Fui ao médico e ele me disse que meus dias estão contados, tenho um tumor no cérebro, não poderei operar, é maligno, assim, só
posso esperar...
Naquele momento fiquei mudo. Ele sorriu e disse:
- Tenha um bom dia meu amigo!
Entrou no carro e se foi... Precisei de um bom tempo para assimilar a situação e, até hoje me pergunto:
- Por que quando ele me
perguntou como eu estava eu me esqueci dele e só falei
de mim? Como ele teve força para sorrir, me escutar e dizer tudo o que disse?
Desde este dia a minha vida mudou... deixei de ser tão crítico com meus problemas e de me preocupar somente comigo.
Agora, aproveito o meu tempo para estar mais perto das pessoas que amo, perguntar como elas estão e me
interessar mais por elas, sem esperar nada em troca.
Tento sentir mais profundamente aqueles que estão a minha volta e aqueles que passam por minha vida...
"Não existe amor maior do que dar a vida a favor dos amigos!"
Fazer um amigo...
é um dom!
Ter um amigo...
é uma graça!
Conservar um amigo...
é uma virtude!
Agora,
você ser um amigo...
é uma HONRA!
Enviado por Sabrina Ribeiro Silva
Um dia, quando estava na minha casa,eram umas 11 horas da noite quando recebi o telefonema de um querido amigo meu. Seu
telefonema me deixou muito feliz e, a primeira coisa que ele me perguntou foi:
- Como você está?
E, sem saber porque eu lhe respondi:
- Muito só...
- Você quer conversar? - Sim!
- Você quer que eu vá até a tua casa?
- Se você puder...
Desligou o telefone e em menos de quinze minutos lá estava a campainha a tocar.
Comecei falando por horas de meu trabalho, minha família, minha namorada, meus problemas e duvidas e,
ele, atento me escutava sempre. Naquele dia eu estava muito cansado e, a sua companhia me fez muito bem.
Além do mais, do começo ao fim me escutou, me apoiou e me aconselhou.
Assim, quando notou que eu estava melhor,disse:
- Bom, agora preciso ir trabalhar...
- Por que não me disse antes que teria que ir trabalhar, veja as horas, você não
dormiu nenhum pouco, eu roubei seu tempo por toda noite.”
- Não tem problema, para isso existem os amigos!
Ao ouvir isso fiquei feliz em saber que podia contar com um amigo assim. Acompanhei o até a porta e quando ele caminhava até o seu carro gritei:
- Ei, por que me telefonastes tão tarde? O que você queria?
Ele voltou e me disse com voz baixa:
- É que queria te dar uma notícia...
- O que aconteceu?
- Fui ao médico e ele me disse que meus dias estão contados, tenho um tumor no cérebro, não poderei operar, é maligno, assim, só
posso esperar...
Naquele momento fiquei mudo. Ele sorriu e disse:
- Tenha um bom dia meu amigo!
Entrou no carro e se foi... Precisei de um bom tempo para assimilar a situação e, até hoje me pergunto:
- Por que quando ele me
perguntou como eu estava eu me esqueci dele e só falei
de mim? Como ele teve força para sorrir, me escutar e dizer tudo o que disse?
Desde este dia a minha vida mudou... deixei de ser tão crítico com meus problemas e de me preocupar somente comigo.
Agora, aproveito o meu tempo para estar mais perto das pessoas que amo, perguntar como elas estão e me
interessar mais por elas, sem esperar nada em troca.
Tento sentir mais profundamente aqueles que estão a minha volta e aqueles que passam por minha vida...
"Não existe amor maior do que dar a vida a favor dos amigos!"
Fazer um amigo...
é um dom!
Ter um amigo...
é uma graça!
Conservar um amigo...
é uma virtude!
Agora,
você ser um amigo...
é uma HONRA!
sábado, 21 de agosto de 2010
Nunca é tarde para recomeçar
Quantas vezes em sua vida você já escutou a frase “Nunca é tarde para se começar”? Esta é uma verdade que tentamos ocultar no dia-a-dia de nosso viver, pois, se você não sabe, todos os dias estamos recomeçando a vida.
É fácil entender. Vamos falar de uma boa noite de sono como exemplo. Após despertar pela manhã, você passa a cumprir várias tarefas que no dia anterior não haviam sido realizadas. Ao abrir os olhos, o dia de ontem se parecia com o de hoje? A roupa que você usou ontem é a mesma de hoje? O almoço de hoje vai ser igual ao de ontem? A resposta para estas perguntas certamente é "não".
Lembre-se: tudo nesta vida é feito de mudanças, sempre começando do nada e do zero, cabendo a você a tarefa de dar um significado muito especial para está linda experiência vivida aqui. Todos os dias estamos recomeçando e contando uma nova história, acreditando sempre no ser humano e nos seus lindos sonhos de felicidade. Vá em frente!
É fácil entender. Vamos falar de uma boa noite de sono como exemplo. Após despertar pela manhã, você passa a cumprir várias tarefas que no dia anterior não haviam sido realizadas. Ao abrir os olhos, o dia de ontem se parecia com o de hoje? A roupa que você usou ontem é a mesma de hoje? O almoço de hoje vai ser igual ao de ontem? A resposta para estas perguntas certamente é "não".
Lembre-se: tudo nesta vida é feito de mudanças, sempre começando do nada e do zero, cabendo a você a tarefa de dar um significado muito especial para está linda experiência vivida aqui. Todos os dias estamos recomeçando e contando uma nova história, acreditando sempre no ser humano e nos seus lindos sonhos de felicidade. Vá em frente!
sábado, 7 de agosto de 2010
OS PRIMEIROS LUGARES
Os primeiros lugares
Conta uma brasileira, que foi trabalhar algum tempo na Suécia, que várias vezes fez comparações entre suecos e brasileiros.
A forma de resolver problemas, a maneira de conduzir determinadas dificuldades no ambiente de trabalho, etc.
Nessas suas observações, concluiu, em um primeiro momento, que os suecos tinham alguns comportamentos muito próprios.
Em verdade, ela jamais imaginara que com eles aprenderia uma extraordinária lição. Algo que a faria admirá-los e seguir-lhes o exemplo.
No seu primeiro dia de trabalho, um colega da empresa a veio apanhar em casa e eles seguiram, juntos, no carro dele.
Ao chegarem, ele entrou no estacionamento, uma área ampla para mais de 200 carros.
Como haviam chegado cedo, poucos veículos estavam estacionados, mas o rapaz deixou o seu carro parado logo na entrada do portão.
Assim, ela e ele tiveram que caminhar um trecho considerável, até chegar à porta da empresa.
No segundo dia, o fato se repetiu. Eles tornaram a chegar cedo e, novamente, o carro foi colocado logo na entrada.
Outra vez tiveram que atravessar todo o extenso pátio do estacionamento, até chegarem no escritório.
No terceiro dia, um tanto mais confiante, ela não se conteve e perguntou ao colega: "por que é que você deixa o carro tão distante, quando há tantas vagas disponíveis?
Por que não escolhe uma vaga mais próxima do acesso ao nosso local de trabalho?"
A resposta foi franca e rápida: "o motivo é muito simples. Nós chegamos cedo e temos tempo para andar, sem perigo de nos atrasarmos. Alguns dos nossos colegas chegam quase em cima da hora e se tiverem que andar um trecho longo, correm o risco de se atrasarem. Assim, é bom que encontrem vagas bem mais próximas, ganhando tempo."
O gesto pode ser qualificado de companheirismo, coleguismo. Não importa. O que tem verdadeira importância é a consciência de colaboração.
Ela recordou que, algumas vezes, em estacionamentos, no Brasil, vira vagas para deficientes sendo utilizadas por pessoas não deficientes.
Só por serem mais próximas, ou mais cômodas.
Recordou dos bancos reservados a idosos, gestantes em nossos ônibus e utilizados por jovens e crianças, sem preocupação alguma.
Lembrou de poltronas de teatros e outros locais de espetáculos tomadas quase de assalto, pelos mais ágeis, em detrimento de pessoas com certas dificuldades de locomoção.
Pensou em tantas coisas. Reflexionou. Ponderou...
...........................
E nós? Como agimos em nossas andanças pelas vias do mundo? Somos dos que buscamos sempre os lugares mais privilegiados, sem pensar nos outros?
Alguma vez pensamos em nos acomodar nas cadeiras do centro do salão, quando vamos a uma conferência, pensando que os que chegarem em cima da hora, ocuparão as pontas, com maior facilidade?
Pensamos, alguma vez, em ceder a nossa vez no caixa do supermercado a uma mãe com criança ou alguém que expresse a sua necessidade de sair com maior rapidez?
Pensemos nisso. Mesmo porque, há pouco mais de dois milênios, um Rei que se fez carpinteiro, ensinou sabiamente: "quando fordes convidados a um banquete, não vos assenteis nos primeiros lugares..."
O ensino vale para cada dia e situação das nossas vidas.
Conta uma brasileira, que foi trabalhar algum tempo na Suécia, que várias vezes fez comparações entre suecos e brasileiros.
A forma de resolver problemas, a maneira de conduzir determinadas dificuldades no ambiente de trabalho, etc.
Nessas suas observações, concluiu, em um primeiro momento, que os suecos tinham alguns comportamentos muito próprios.
Em verdade, ela jamais imaginara que com eles aprenderia uma extraordinária lição. Algo que a faria admirá-los e seguir-lhes o exemplo.
No seu primeiro dia de trabalho, um colega da empresa a veio apanhar em casa e eles seguiram, juntos, no carro dele.
Ao chegarem, ele entrou no estacionamento, uma área ampla para mais de 200 carros.
Como haviam chegado cedo, poucos veículos estavam estacionados, mas o rapaz deixou o seu carro parado logo na entrada do portão.
Assim, ela e ele tiveram que caminhar um trecho considerável, até chegar à porta da empresa.
No segundo dia, o fato se repetiu. Eles tornaram a chegar cedo e, novamente, o carro foi colocado logo na entrada.
Outra vez tiveram que atravessar todo o extenso pátio do estacionamento, até chegarem no escritório.
No terceiro dia, um tanto mais confiante, ela não se conteve e perguntou ao colega: "por que é que você deixa o carro tão distante, quando há tantas vagas disponíveis?
Por que não escolhe uma vaga mais próxima do acesso ao nosso local de trabalho?"
A resposta foi franca e rápida: "o motivo é muito simples. Nós chegamos cedo e temos tempo para andar, sem perigo de nos atrasarmos. Alguns dos nossos colegas chegam quase em cima da hora e se tiverem que andar um trecho longo, correm o risco de se atrasarem. Assim, é bom que encontrem vagas bem mais próximas, ganhando tempo."
O gesto pode ser qualificado de companheirismo, coleguismo. Não importa. O que tem verdadeira importância é a consciência de colaboração.
Ela recordou que, algumas vezes, em estacionamentos, no Brasil, vira vagas para deficientes sendo utilizadas por pessoas não deficientes.
Só por serem mais próximas, ou mais cômodas.
Recordou dos bancos reservados a idosos, gestantes em nossos ônibus e utilizados por jovens e crianças, sem preocupação alguma.
Lembrou de poltronas de teatros e outros locais de espetáculos tomadas quase de assalto, pelos mais ágeis, em detrimento de pessoas com certas dificuldades de locomoção.
Pensou em tantas coisas. Reflexionou. Ponderou...
...........................
E nós? Como agimos em nossas andanças pelas vias do mundo? Somos dos que buscamos sempre os lugares mais privilegiados, sem pensar nos outros?
Alguma vez pensamos em nos acomodar nas cadeiras do centro do salão, quando vamos a uma conferência, pensando que os que chegarem em cima da hora, ocuparão as pontas, com maior facilidade?
Pensamos, alguma vez, em ceder a nossa vez no caixa do supermercado a uma mãe com criança ou alguém que expresse a sua necessidade de sair com maior rapidez?
Pensemos nisso. Mesmo porque, há pouco mais de dois milênios, um Rei que se fez carpinteiro, ensinou sabiamente: "quando fordes convidados a um banquete, não vos assenteis nos primeiros lugares..."
O ensino vale para cada dia e situação das nossas vidas.
PÇAS DE LAMA... PELOS OLHOS DE UMA CRIANÇA
Poças de Lama...Pelos Olhos de Uma Criança
Quando olho dentes-de-leão, eu vejo ervas daninhas invadindo meu quintal.
Meus filhos vêem flores para a mãe e sopram a penugem branca pensando em um desejo.
Quando olho um velho mendigo que me sorri, eu vejo uma pessoa suja que provavelmente quer dinheiro e eu me afasto.
Meus filhos vêem alguém sorrir para eles e sorriem de volta.
Quando ouço uma música, eu gosto. Mas não sei cantar e não tenho ritmo; então me sento e escuto.
Meus filhos sentem a batida e dançam.Cantam e se não sabem a letra, criam a sua própria.
Quando sinto um forte vento em meu rosto, me esforço contra ele. Sinto-o atrapalhando meu cabelo e empurrando-me para trás enquanto ando.
Meus filhos fecham seus olhos, abrem seus braços e voam com ele, até que caiam a rir pela terra.
Quando rezo, eu digo Tu e Vós e conceda-me isto, dê-me aquilo.
Meus filhos dizem, Olá Deus!
Agradeço por meus brinquedos e meus amigos.
Por favor, mantenha longe os maus sonhos hoje à noite.
Eu ainda não quero ir para o céu.
Eu sentiria falta de minha mãe e de meu pai.
Quando olho uma poça de lama eu dou a volta. Eu vejo sapatos enlameados e tapetes sujos.
Meus filhos sentam-se nela.
Vêem represas para construir, rios para cruzar e bichinhos para brincar.
Eu só queria saber se os filhos nos foram dados para nos ensinarmos ou para aprendermos...
Eu recomendo que você aprecie as pequenas coisas da vida, porque um dia poderá olhar para trás e descobrir que eram grandes coisas grandes.
E, pra finalizar, desejo à você grandes poças de lama...e dentes-de-leão!!!
Quando olho dentes-de-leão, eu vejo ervas daninhas invadindo meu quintal.
Meus filhos vêem flores para a mãe e sopram a penugem branca pensando em um desejo.
Quando olho um velho mendigo que me sorri, eu vejo uma pessoa suja que provavelmente quer dinheiro e eu me afasto.
Meus filhos vêem alguém sorrir para eles e sorriem de volta.
Quando ouço uma música, eu gosto. Mas não sei cantar e não tenho ritmo; então me sento e escuto.
Meus filhos sentem a batida e dançam.Cantam e se não sabem a letra, criam a sua própria.
Quando sinto um forte vento em meu rosto, me esforço contra ele. Sinto-o atrapalhando meu cabelo e empurrando-me para trás enquanto ando.
Meus filhos fecham seus olhos, abrem seus braços e voam com ele, até que caiam a rir pela terra.
Quando rezo, eu digo Tu e Vós e conceda-me isto, dê-me aquilo.
Meus filhos dizem, Olá Deus!
Agradeço por meus brinquedos e meus amigos.
Por favor, mantenha longe os maus sonhos hoje à noite.
Eu ainda não quero ir para o céu.
Eu sentiria falta de minha mãe e de meu pai.
Quando olho uma poça de lama eu dou a volta. Eu vejo sapatos enlameados e tapetes sujos.
Meus filhos sentam-se nela.
Vêem represas para construir, rios para cruzar e bichinhos para brincar.
Eu só queria saber se os filhos nos foram dados para nos ensinarmos ou para aprendermos...
Eu recomendo que você aprecie as pequenas coisas da vida, porque um dia poderá olhar para trás e descobrir que eram grandes coisas grandes.
E, pra finalizar, desejo à você grandes poças de lama...e dentes-de-leão!!!
A ÁRVORE DO PROBLEMA
A árvore dos problemas
Um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.
O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil.
O pneu da seu carro furou quando ele deixou de ganhar uma hora de trabalho; a sua serra elétrica quebrou; e aí ele cortou o dedo, e finalmente, no final do dia, o seu carro não funcionou.
O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa, e durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.
Quando chegaram a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família.
Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.
Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se.
Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso,
e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa.
Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro.
Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou por que ele havia tocado na planta antes de entrar em casa.
"Ah", respondeu o carpinteiro, "esta é a minha planta dos problemas.
Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes Problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa.
Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte.
E você quer saber de uma coisa? Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de Ter deixado na noite anterior."
Autor Desconhecido
Um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.
O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil.
O pneu da seu carro furou quando ele deixou de ganhar uma hora de trabalho; a sua serra elétrica quebrou; e aí ele cortou o dedo, e finalmente, no final do dia, o seu carro não funcionou.
O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa, e durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.
Quando chegaram a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família.
Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.
Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se.
Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso,
e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa.
Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro.
Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou por que ele havia tocado na planta antes de entrar em casa.
"Ah", respondeu o carpinteiro, "esta é a minha planta dos problemas.
Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes Problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa.
Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte.
E você quer saber de uma coisa? Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de Ter deixado na noite anterior."
Autor Desconhecido
FALAR COM DEUS
Entre - falou DEUS ao repórter. Então você gostaria de me entrevistar?
- Se Você tiver um tempinho, disse o reporter.
Deus sorriu e falou:
- Meu tempo é eterno, suficiente para fazer todas as coisas; que perguntas você tem em mente?
O que mais O surpreende na humanidade? Perguntou o reporter.
DEUS respondeu:
- Que se aborreçam de ser crianças e queiram logo crescer...e aí, desejem ser crianças outra vez.
Que desperdicem a saúde para fazer dinheiro...e aí, percam o dinheiro para restaurar a saúde.
Que pensem ansiosamente no futuro, esquecem o presente e, dessa forma não vivem nem o presente, nem o futuro.
Que vivem como se nunca fossem morrer e que como se nunca tivessem vivido.
- Se Você tiver um tempinho, disse o reporter.
Deus sorriu e falou:
- Meu tempo é eterno, suficiente para fazer todas as coisas; que perguntas você tem em mente?
O que mais O surpreende na humanidade? Perguntou o reporter.
DEUS respondeu:
- Que se aborreçam de ser crianças e queiram logo crescer...e aí, desejem ser crianças outra vez.
Que desperdicem a saúde para fazer dinheiro...e aí, percam o dinheiro para restaurar a saúde.
Que pensem ansiosamente no futuro, esquecem o presente e, dessa forma não vivem nem o presente, nem o futuro.
Que vivem como se nunca fossem morrer e que como se nunca tivessem vivido.
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